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Hotel com Carregador Indicar hotel

Método

Como os dados são apurados

Um diretório só vale o que vale a sua apuração. Esta página diz de onde vem cada campo das 1.636 fichas, o que foi conferido e, mais importante, o que não foi.

O que entra na base

Uma hospedagem entra aqui quando existe registro de ponto de recarga nela, não perto dela. Isso exclui o caso mais comum de lista inflada: o eletroposto de shopping a 400 metros do hotel, que vira “hotel com carregador” em qualquer busca por proximidade. Registros que não são hospedagem, como estacionamento avulso, concessionária e posto, são descartados antes.

Quando o mesmo hotel aparece duas ou três vezes na fonte, porque cada carregador foi cadastrado separadamente, os registros são fundidos numa ficha só, somando tomadas e conectores. Sem isso, o site teria páginas quase idênticas competindo entre si.

Os quatro campos que decidem a viagem

Sites de reserva marcam “estação de recarga” como um selo binário. Para quem dirige elétrico o selo não informa nada, então cada ficha separa:

Política Se a recarga é cobrada e se é exclusiva de hóspede. São coisas diferentes: existe recarga gratuita aberta ao público, e existe recarga paga que só hóspede acessa. Em 255 hospedagens consta que não se cobra, em 836 que se cobra, e em 545 não há informação. Este último caso aparece como “cobrança não informada”, e não como gratuito. 318 reservam o ponto a quem está hospedado.
Conector Que plugue atende. É aqui que mora a distinção que mais frustra viagem: “wallbox” é um carregador de parede; “tomada comum” é uma tomada na parede. Em 272 hospedagens a recarga é só tomada, e a ficha avisa que você precisa levar o carregador portátil do carro.
Potência Quantos kW o ponto entrega. É o que separa recuperar 300 km durante a noite de recuperar 60. Cerca de 982 fichas não têm esse dado registrado. Nesses casos o campo aparece vazio, e não preenchido com uma estimativa.
Acesso Se o ponto está disponível 24 horas ou depende do horário da recepção. 1.043 têm acesso livre a qualquer hora.

Como sabemos se a recarga é cobrada

A fonte tem um campo de “é pago” que vem desmarcado por padrão, e desmarcado é o que ele fica quando quem cadastrou o ponto simplesmente não preencheu. Ler esse campo vazio como “gratuito” foi um erro nosso, e por um tempo o site anunciou como cortesia recarga que custava R$ 2,30 o kWh. Campo vazio hoje não afirma nada: vira cobrança não informada, que é o que de fato se sabe.

Para dizer gratuita ou paga, a ficha precisa de evidência: uma tarifa escrita pelo próprio ponto, ou o relato de quem carregou lá. Os comentários deixados na fonte são lidos oração por oração, porque a frase inteira engana: “Tem custo?” é pergunta e não relato, “paguei 29 de estacionamento” fala da vaga e não da tomada, e “não me cobraram pela recarga” tem a palavra pagar dentro de uma negação. Quando os relatos se contradizem, fica o mais recente. Tarifa muda, e “estão cobrando agora” em 2026 desmente “carreguei de graça” em 2023. Na dúvida entre gratuita e paga, a ficha diz paga: chegar esperando cobrança e não pagar é uma surpresa boa; o contrário estraga a viagem. Em 545 hospedagens não há evidência nenhuma, e nesses casos quem esteve lá sabe mais do que nós: a ficha tem um botão de correção.

O que não fazemos

Não visitamos as hospedagens. Nenhuma ficha aqui é resultado de inspeção presencial. Quem diz o contrário sobre uma base deste tamanho está inventando.

Não publicamos nota de hotel. A nota disponível na fonte avalia o carregador, dada por motoristas que pararam para carregar. Um hotel medíocre com wallbox impecável tira dez. Transformar isso em avaliação da hospedagem daria estrelinha bonita no Google e seria informação falsa. Por isso ela não aparece na ficha nem nos dados estruturados da página.

Não vendemos reserva. O site não é intermediário: a ficha leva ao telefone, ao endereço e ao mapa, e a reserva é feita direto com a hospedagem.

O prazo de validade de cada ficha

Este é o limite honesto do projeto. Carregador quebra, muda de dono, passa a cobrar, e a hospedagem raramente atualiza o anúncio. Cada ficha mostra a data do registro mais recente daquele ponto, e quando ela é antiga isso fica visível. Preferimos mostrar o dado velho com a data do que fingir que é de hoje.

Por isso toda ficha traz o mesmo aviso: confirme na reserva. Uma ligação de um minuto perguntando “o carregador está funcionando e posso usar?” vale mais que qualquer base de dados, inclusive esta.

Achou algo errado? Mandar a correção leva menos tempo que escrever um e-mail reclamando, e entra na revisão seguinte.

Perguntas frequentes

De onde vêm os dados de recarga?

De duas origens. A maior parte vem de registros feitos por motoristas de carro elétrico em bases colaborativas de pontos de recarga: quem usou o carregador anota potência, conector e se pagou. O restante vem do que a própria hospedagem declara nos canais de reserva. Nenhum dado é gerado por estimativa nossa.

Vocês visitam os hotéis?

Não. Não temos como visitar 1.600 hospedagens, e um site que dissesse o contrário estaria mentindo. O que fazemos é cruzar as fontes, separar hospedagem de estacionamento comum, descartar registro que não é hotel e normalizar os campos para que “Type 2x2” e “2 tomadas Mennekes” virem a mesma coisa, que aqui se chama wallbox, porque é o nome que quem viaja usa.

Por que não há nota dos hotéis?

Porque a nota que temos avalia o carregador, não a hospedagem: quem a deu foi um motorista que parou para carregar, e um hotel ruim com wallbox excelente tira nota alta. Publicar isso como avaliação do hotel seria enganoso, então a nota não aparece na ficha nem nos dados estruturados.

Com que frequência a base é atualizada?

A base é reprocessada por inteiro a cada revisão, e a última foi em 28/08/2026. Cada ficha mostra a data do registro mais recente daquele ponto. Em algumas ela é de meses atrás, e deixamos essa data à vista em vez de escondê-la.